Três casos foram confirmados e um continua sendo investigado pelo Instituto Evandro Chagas.
Descarte Correto de Lâmpadas em Maceió
sexta-feira, 13 de agosto de 2010
Busca de casos suspeitos é reforçada após confirmação de dengue tipo 4 em Boa Vista
Três casos foram confirmados e um continua sendo investigado pelo Instituto Evandro Chagas.
Aumenta a procura por material escolar reciclado no Brasil
Há no mercado alguns produtos usados nas escolas,universidades e escritórios que respeitam o meio ambiente. Conheça as fábricas e lojas que resolveram investir nessa direção, assista ao video clicando no link abaixo:
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
Lixo hospitalar gera multa em Brasília
A Agência de Fiscalização do DF (Agefis) aplicou, nesta terça-feira (10), multa de R$ 15 mil à clínica veterinária do Jardim Botânico, no Lago Sul, que descartou lixo hospitalar de forma irregular.
Da Agência Brasília
Lixo nuclear pode acabar em alguma área do Nordeste
Atualmente, os rejeitos das usinas são guardados em piscinões instalados nas próprias usinas.
Mas a construção de um depósito de longo prazo para os rejeitos de alta radioatividade deverá começar até 2014, data prevista para a entrada em operação da usina nuclear de Angra 3, no Estado do Rio de Janeiro.
A construção desse depósito é uma das exigências da licença ambiental concedida para a retomada das obras de Angra 3. Sem o início das obras, a usina não poderá entrar em operação. Segundo Sérgio Rezende, a localização do depósito será objeto de um leilão. O município que abrigar o futuro depósito receberá dinheiro em formato de royalties da União.
"Não vejo dificuldade, acho que haverá vários municípios disponíveis, provavelmente no Nordeste", disse o ministro.
A localização do depósito é uma das indefinições do Programa Nuclear Brasileiro. Também segue sem definição do governo a localização das duas próximas usinas nucleares, cuja entrada em operação é prevista para ocorrer até 2022. Estudos da Eletronuclear apontam 22 locais no Nordeste, inclusive às margens do Rio São Francisco.
As indefinições do programa vêm se arrastando desde dezembro de 2008, quando ocorreu a última reunião sobre o tema em comitê de ministros.
Em maio de 2009, o Ministério de Ciência e Tecnologia fechou proposta de criar a Agência Reguladora Nuclear, encarregada de fiscalizar a área, tarefa atualmente à cargo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN). No entanto, o texto ainda não foi enviado ao Congresso Nacional.
Também circula no governo minuta de decreto presidencial que nomeia o secretário de Assuntos Estratégicos, Samuel Pinheiro Guimarães, coordenador do comitê de ministros responsável pelo programa nuclear.
Do Estadão
terça-feira, 10 de agosto de 2010
Embarcação vai recolher lixo flutuante na baía de Guanabara
10/08/2010 08:43
Com o objetivo de recolher o lixo flutuante da baía de Guanabara, a concessionária Águas de Niterói, em parceria com o Ministério Público do Rio de Janeiro, lança, nesta terça-feira (10), o Projeto Águas Limpas, com o apoio do Projeto Grael (www.projetograel.org.br) e da Clin (Companhia de Limpeza de Niterói).
A limpeza, o estudo e o monitoramento do lixo flutuante na baía serão realizados através da operacionalização de uma embarcação automatizada (Cataglop Light), adquirida pela concessionária Águas de Niterói com apoio do Ministério Público, por meio da Promotoria de Defesa do Consumidor e da Promotoria do Meio Ambiente. A verba destinada a este projeto, pela concessionária de água e esgoto do município, vem do Termo de Ajustamento de Conduta elaborado por meio de um inquérito referente à parcela não reclamada da devolução do ICMS aos consumidores.
A embarcação, feita de alumínio, possui uma caçamba basculante que realiza um peneiramento das camadas superficiais da baía. Os resíduos sólidos são armazenados em um contêiner com capacidade para 500 kg. Já o óleo flutuante são depositados em uma caixa separadora, com capacidade para mil litros. Paralelo ao processo de remoção do lixo ocorrerá o monitoramento ambiental da região, promovido pelo Projeto Grael, para avaliar os resultados da operação.
Com a realização deste projeto, os envolvidos buscam a revitalização das praias da região, que são evitadas pelos banhistas mesmo estando em condições adequadas para banho.
Inicialmente, a embarcação vai operar entre a ilha de Boa Viagem e o morro do Morcego, englobando as enseadas de Jurujuba, São Francisco e Icaraí. Mas já existem planos para a utilização nas lagoas de Itaipu e Piratininga, na região oceânica.
Do R7
http://www.gestaoderesiduos.com.br/materias.php?id=590
terça-feira, 3 de agosto de 2010
O que muda com a nova lei do lixo?
Saiba como a recém-aprovada Política Nacional de Resíduos Sólidos vai mudar a rotina das pessoas, empresas e governos. Lançar resíduos perigosos na natureza pode dar cadeia. Haverá mais incentivos para a reciclagem e para o aproveitamento energético do lixo.
Lei do resíduo sólido exigirá R$ 6,1 bi
BRASÍLIA Sancionada ontem pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva, a Política Nacional de Resíduos Sólidos exigirá investimentos de pelo menos R$ 6,1 bilhões nos próximos quatro anos para a implantação e manutenção das iniciativas previstas no plano, como a criação de aterros sanitários. A estimativa é da Associação Brasileira de Empresas de Tratamento de Resíduos (Abetre).
Segundo a ministra do Meio Ambiente, Izabella Teixeira, o governo deve investir inicialmente R$ 1,5 bilhão, a partir de 2011 - verba que será repassada para Estados, municípios e cooperativas para ações focadas.
A nova lei deve provocar mudanças na forma como a sociedade lida com o lixo. Um dos pilares do marco regulatório do lixo, a coleta seletiva não é plenamente difundida no País. De acordo com dados da Abrelpe, 44,1% dos municípios brasileiros não dispõem desse tipo de iniciativa.
As novas diretrizes do governo estabelecem ações como o chamado sistema de logística reversa, pelo qual empresas de eletroeletrônicos, pilhas e pneus terão de dar destinação adequada para itens usados. Proíbe ainda lixões, prevê que Estados e municípios façam planos específicos para a destinação do lixo, além de incentivar linhas de financiamento para cooperativas.
"Todo mundo passa a ser responsabilizado pela destinação apropriada dos resíduos sólidos. Isso exige um trabalho monumental, mas temos (agora) um novo patamar de legislação", disse a ministra, ontem, durante cerimônia. Foram necessárias duas décadas para que o texto ganhasse forma final, passasse pelo Congresso e chegasse às mãos do presidente Lula.
Uma campanha educativa deve ser lançada em breve, para conscientizar a população sobre o assunto. "Precisamos intensificar a informação ao cidadão, mudar esse comportamento, reduzir inclusive o consumo. Hoje, só o Estado de São Paulo produz diariamente 40 mil toneladas de resíduos sólidos. E a região metropolitana, mais cerca de 18 mil toneladas por dia", afirmou.
Avanço. "Demos um grande passo. Nunca vi diversos setores, tanto da sociedade civil quanto do governo e empresariado, tão engajados no avanço da questão", comentou o presidente da Abetre, Diógenes Del Bel.
"Demorou, mas hoje estamos entrando com o pé no acelerador." A coleta seletiva de lixo, avalia Del Bel, é um dos maiores desafios para o sucesso da implantação da Política Nacional de Resíduos Sólidos.
Na Região Nordeste, por exemplo, 66,3% dos municípios não separam apropriadamente o lixo; no Centro-Oeste, o índice é ainda pior: 77,3%.
"Precisamos avançar na coleta. Temos ainda uma cultura de desperdício, mas vemos muitas iniciativas ocorrendo, a sociedade tem evoluído, há uma grande transformação cultural", disse.
A Política Nacional de Resíduos Sólidos prevê que Estados, municípios e a União façam planos, com diagnóstico da situação atual, proposição de cenários e estabelecimento de metas e programas. Fica proibida a importação de resíduos sólidos perigosos e rejeitos. Além disso, embalagens deverão ser fabricadas com materiais que propiciem a sua reutilização ou reciclagem.
A lei proíbe tanto o lançamento de resíduos sólidos ou rejeitos a céu aberto quanto a fixação de habitantes nas áreas de disposição final do lixo.
Regulamentação. Uma série de ações ainda depende de regulamentação para que entrem em vigor. O governo precisa definir, por exemplo, como se darão os acordos setoriais, a implantação do sistema de informações e os cronogramas do plano nacional e da logística reversa.
http://www.estadao.com.br/estadaodehoje/20100803/not_imp589573,0.php